segunda-feira, 10 de maio de 2010

Faz um tempo que não escrevo no blog. Faz um tempo que meu silêncio tem me feito companhia. Faz um tempo também que o nada tem me parecido muito, que o pouco tem me suprido, e que a dor...ela ainda me oferece seus braços como aconchego. Faz um tempo que o mundo não é mais o mesmo. Que o céu azul não passa de efeito de luz, que o encanto é mera especulação do talvez, ou do ninguém-sabe. Sei apenas que não tenho escrito. Não aqui! Sei também que minha ausência de atos reflete minha insuficiência de fatos, o que não pretendo explicar agora. Pretendo apenas dizer, e dizendo, falar, e se eu completar meu intento, terei esclarecido o que deveras me aborrece. Caso não consiga, contente-se com as letras. Elas satisfazem bem a alma dos menos curiosos, detalhistas.

Não te oferecerei meu abraço. Darte-ei descrição do que ele significa. Assim, talvez, apreenda que sou nada menos que um outro bem semelhante a você. Que chora, ri, e finge ser diferente.

A nós...que somos um!

terça-feira, 13 de abril de 2010

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres. (Apocalipse.2:5)

Ao longo dos anos após inúmeras conquistas e vitórias, apenas nos esquecemos. Nos permitimos deixar de observar aquela que deveria ser a primícia de nossa existência, a fé. Vejo inúmeras pessoas, dentre as quais também me percebo, renderem-se ao processo enfadonho que pressupõe a morte física-espiritual: a vida longe de Deus.

O apóstolo João, no "seu" evangelho , nos faz referência do amor de Deus apontando-nos para o sacrifício de Jesus, seu único filho até então, a fim de nos reaproximar de sua presença, visto que estávamos destituídos dela por conta do pecado que em nós habitava. Nesse caso o sacrifício serve como prova, garantia de amor. "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16). Esse mesmo amor norteador que deu Jesus para morrer pelos destituídos, devolveu-o aos braços de Deus Pai. O amor de Deus por nós fez com que Ele entregasse Jesus à morte, e esse mesmo amor arrancou-o dela. Fato é que o pai amava Jesus. Não suportaria ficar longe dEle. A morte foi um período de distanciamento entre o Pai e o filho. Já na cruz esse processo se iniciava, e ambos sofreram por conta disso, mas nenhum desistiu. Foram até o fim porque tinham um propósito: trazer o homem de volta à Deus.

Deus é um bom Pai. E quem é pai, ou mãe, ou tem algum afeto por alguém sabe que a ausência gera saudade; a saudade provoca dor; a dor faz sofrer quem a sente. E creio que foi por senti-la que Deus resolveu agir. Ele aceitou ficar longe de Jesus para não ter de ficar mais nem um minuto longe de mim e ti. Ele abriu mão de um para resgatar todos os outros. Foi por meio do sacrifício de Jesus que Ele nos trouxe de volta à sua presença. Se crermos nEle, e no que fez, temos acesso garantido ao trono de sua graça. É esta que nos torna aptos a desfrutar plenamente de seu amor, sem o qual não podemos mais viver, pelo menos não plenamente. O que nos é cabível nesse aspecto é a prática do que nos diz João, mas agora no livro de Apocalipse: "Lembrai-vos pois de onde caíste..." (Apocalipse 2:5)

Depois de tudo que Deus fez para nos reaproximar, nos reerguer de volta, nós caímos. Deixamos de observar sua palavra, de desfrutar sua presença, de percebê-lO. Permitimos que nosso ativismo nos galanteasse com promessas de vida melhor, abundante, próspera, cheia de gozo e conquistas. Permitimos que nos enganasse nossa vaidade, deturpando todo aprendizado adquirido por meio de tudo aquilo que Deus fez, faz, disse e ainda diz.

Fomos seduzidos, mas nos deixamos seduzir. Fomos enganados, mas nada se daria sem nosso consentimento. Logo, é de suma importância que nos lembremos, primeiro de onde estávamos, depois de como fomos postos ali. Custou sacrifício nossa recolocação ao posto de Filhos. Foi árduo o processo de adoção. Hoje não mais o pecado nos habita, mas Cristo! Não somos predestinados à morte, mas à vida eterna. Não somos mais pecadores. Deus nos chama de Filhos.

João nos adverte em Apocalipse 2:5 sobre a necessidade de nos "lembrarmos" a fim de que nos arrependamos depois. O resultado parece óbvio: ao percebermos que deixamos de viver como filhos do Rei para perambularmos como zeladores de porcos, o próximo paço tem de ser o arrependimento.

Sabendo disso, e crendo antes, voltemos ao primeiro amor. Onde tudo, na verdade, começou.

Paz.

Hudson Rafael Campos
gerafamintos@hotmail.com

quinta-feira, 18 de março de 2010

terça-feira, 2 de março de 2010


"A ti, ó SENHOR, clamo, porque o fogo consumiu os pastos do deserto, e a chama abrasou todas as árvores do campo." Joel 1:19


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010


Um novo ano se inicia e as oportunidades surgem junto com ele. Tempo de viver prioridades e adequar-se em face de novos desafios. Só não é válido nesse novo tempo o espírito de acomodação, aquele que nos convence de que não é preciso mudar, que está bom demais do modo como está. Esse tal sim precisa ser expelido de nós. Mas como? Alguns perguntariam. Sem dúvida esse é também meu desafio, descobrir um modo de aniquilar esse sujeitinho indevido que hora ou outra apodera-se de mim. No domingo passado, (07/02) fui ao culto no ministério Ouvir e Crer e fui abundantemente abençoado pela Palavra de Deus. Palavra que me devolveu a fé e me trouxe de volta a esperança. Hoje sei que, de fato, sou livre. Não nesse plano humano, mas em Deus. Jesus atraiu pra si toda a minha culpa e pecado, de modo que eu posso andar de cabeça erguida sabendo que o preço maior já foi pago por minha liberdade e vida. Hoje quero apreciar tudo isso e dizer que vale a pena crer e buscar a presença do Senhor nosso Deus. Ele é quem, nos momentos difíceis, faz toda a diferença. Paz seja ministrada ao meu e ao seu coração. Que a bíblia, manual de fé, possa ser nosso instrumento prático de como andar em Deus, e que o Espírito santo, nosso intercessor e líder, possa encontrar lugar de repouso em nossa vida. Sendo assim só me resta dizer amém!

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010


Fui comprado de volta.
Jesus me resgatou!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Estou vivendo a cada dia com uma certeza: o fim vem! É o que percebo quando olho a meu redor e contemplo atrocidades sem precedentes, como por exemplo filhos matando pais e pais matando filhos. Esse matar a que me refiro não se trata do sentido literal do termo, mas creio se tratar de um tipo de aniquilação em que bloqueio sentimentos que nutri por pessoas em meu coração e passo, a partir daí, a manter indiferença ao que um dia senti por tal pessoa. Isso é assassinato. Quando extraio de mim alguém que em algum momento esteve ligado à minha vida, quer por amizade ou por outro sentimento, estou cometendo um crime. Matando um irmão.

Antes de mais nada preciso saber que meu amigo, meu vizinho, meu colega, meus parentes, todos esses são pessoas pelas quais Jesus morreu. São pessoas que Deus ama, assim como ama a mim. O amor de Deus não é parcial. "Ele amou o mundo" (ver Jo 3:16). A bíblia não diz que Jesus amou alguns, mas todos. Sem dúvida, algumas atitudes farão com que o Senhor responda de modo específico, mas em hipótese alguma Deus tem predileção. Preciso, no momento da raiva, levar em consideração que Deus não pensa como eu. Seus pensamentos são mais altos que os meus (ver Isaías 55). Só porque estou magoado com alguém, não significa que Deus também esteja. Deus ama a mim assim como ama a pessoa com quem eu esteja magoado. Por isso, façamos o seguinte: amemos as pessoas, ainda que não concordemos com o modo com que elas hajam. E se a situação ficar muito complicada, perdoemos. Viveremos melhor se perdoarmos os irmãos. O perdão pode ser doloroso no inicio, mas no fim gera paz, o que não acontece com o ódio ou mágoa que nos consomem até o fim de nossas vidas.

Perdão irmão. Sei que erei e que não sou o melhor irmão do mundo. Por favor saiba que o amo e que não poderia viver aqui na terra sem seu amor e amizade. Faz diferença tê-lo por perto.