
Leio no livro de Lucas uma das mais expressivas histórias do ministério do senhor Jesus. Nela o Senhor restaura a vida e devolve a esperança a todo um povo, simplesmente por se importar com a dor alheia. Leia o texto:
"E, quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade. E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores. E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. E o defunto assentou-se, e começou a falar. E entregou-o a sua mãe" (Lucas 7: 12-15)
Leio essa história com um aperto no coração. Me identifico em grande escala com o jovem defunto, e também com sua mãe. Creio ser algo referente à nossa geração essa história. Percebo ainda elementos presentes na nossa época. Quantas mães, por exemplo, tem visto seus filhos em situações precárias de vida, sendo a cada dia conduzidos ao sepultamento, se não literal, mas moral de suas vidas? Quantos filhos se renderam ao fato de não serem mais capazes de fazer a diferença, e por isso se enclausuraram nos limites impostos pelo "caixão", permitindo com que os outros conduzam-os ao sepultamento? Quantas são as pessoas que concordam com a ruína do outro e ajuntam-se em multidão para acompanhar seu fracasso e nada fazem para que este se levante? Talvez não saibamos precisar o número exato de quem acompanha nosso fracasso, mas posso, com exatidão, garantir que há um que não concorda com nossa ruína e faz parar as circunstancias que conduzem-nos ao enterro. Seu nome, JESUS CRISTO.
Como nos versículos de Lucas 7:12-15, Jesus está disposto a nos ajudar. Ele se importa com nossa dor, nossas lágrimas e, acredito, se comove ao nos ver chorar. Por isso, julgo ser este o momento de deixarmos de lado o que diz a multidão. Há muitos que acompanham nossa morte, mas só um que nos faz voltar à vida. Há muitos que intentam conduzir-nos ao buraco, porém só há um capaz de fazer com este permaneça vazio. E, acima de tudo, há muitos que gritam de longe a nossa dor, ou mesmo simulam estar preocupados, mas Jesus apresenta-se de modo pessoal a nós, dando-nos a confiança necessária para que nos levantemos. E Ele não vai embora até que nos veja de pé. Vale a pena confiar em JESUS, porque Ele é o Deus que de fato se importa!!!
"E, quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade. E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores. E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. E o defunto assentou-se, e começou a falar. E entregou-o a sua mãe" (Lucas 7: 12-15)
Leio essa história com um aperto no coração. Me identifico em grande escala com o jovem defunto, e também com sua mãe. Creio ser algo referente à nossa geração essa história. Percebo ainda elementos presentes na nossa época. Quantas mães, por exemplo, tem visto seus filhos em situações precárias de vida, sendo a cada dia conduzidos ao sepultamento, se não literal, mas moral de suas vidas? Quantos filhos se renderam ao fato de não serem mais capazes de fazer a diferença, e por isso se enclausuraram nos limites impostos pelo "caixão", permitindo com que os outros conduzam-os ao sepultamento? Quantas são as pessoas que concordam com a ruína do outro e ajuntam-se em multidão para acompanhar seu fracasso e nada fazem para que este se levante? Talvez não saibamos precisar o número exato de quem acompanha nosso fracasso, mas posso, com exatidão, garantir que há um que não concorda com nossa ruína e faz parar as circunstancias que conduzem-nos ao enterro. Seu nome, JESUS CRISTO.
Como nos versículos de Lucas 7:12-15, Jesus está disposto a nos ajudar. Ele se importa com nossa dor, nossas lágrimas e, acredito, se comove ao nos ver chorar. Por isso, julgo ser este o momento de deixarmos de lado o que diz a multidão. Há muitos que acompanham nossa morte, mas só um que nos faz voltar à vida. Há muitos que intentam conduzir-nos ao buraco, porém só há um capaz de fazer com este permaneça vazio. E, acima de tudo, há muitos que gritam de longe a nossa dor, ou mesmo simulam estar preocupados, mas Jesus apresenta-se de modo pessoal a nós, dando-nos a confiança necessária para que nos levantemos. E Ele não vai embora até que nos veja de pé. Vale a pena confiar em JESUS, porque Ele é o Deus que de fato se importa!!!





