
No encerramento de um seminário que demos em Ontário, Canadá, uma senhora deu um testemunho que demonstra a extrema necessidade que as criancinhas têm de ser amadas.
"Faz já alguns anos que eu e meu marido recebemos a guarda de crianças e já cuidamos de dez. A prática de comunicar o amor de Cristo para esses pequeninos tem sido uma experiência marcante para nós. E sempre que recordamos esses anos passados, há um garotinho que lembramos de modo todo especial: Stephen. Sua família era bem desestruturada, e quando ele nasceu foi rejeitado, pois os pais desejavam uma menina, Aliás, eles já haviam dito aos dois outros filhos, um menino e uma garota, que se o bebê que esperavam fosse homem, não iam querer saber dele. Então simplesmente o deixaram deitado no berço, coma mamadeira, e raramente o carregavam ou se comunicavam com ele. O menino permanecia ali quase o dia todo. Quando ele se desenvolveu um pouco mais, passaram a colocar, ao pé da cama, as mamadeiras com leite ou suco de frutas para que ele mesmo pegasse e se alimentasse sozinho, assim que tivesse fome. Tão logo as autoridades se inteiraram da situação, tiraram os três filhos da guarda dos pais e os colocaram em lares provisórios. resolveram separar Stephen - então com um ano e um mês - dos outros irmãos devido à rejeição de antes. Quando eu e meu marido fomos conhecer o pequeno, logo sentimos grande afeição por ele. Era bem gorducho e tinha grandes olhos castanhos, mas não mantinha contato visual. A cabeça, totalmente desproporcional a resto do corpo, era achatada na parte de trás. O menino não conseguia ficar sentado, mesmo que o segurássemos. tendo vivido mais de um ano sem relacionamento com outros, parecia imerso em um mundo próprio e não correspondia a nenhum som ou movimento que se fizesse perto dele. Nessa ocasião, ele já havia sido submetido a um eletroencefalograma e a testes para verificação de problemas tais como autismo e epilepsia. Disseram-nos que ele revelara certo retardo mental; nunca iria desenvolver-se e exigiria muito de nosso tempo.Será que ainda queríamos uma criança com tanto problema? Claro que sim! Isso não mudava nossa decisão. Desde o primeiro instante em que o víramos no berçário, resolvêramos leva-lo para casa. De fato, tudo foi muito lento. Contudo, à medida que fomos lhe dando atenção, ele foi absorvendo todo o amor que seu coraçãozinho desejava. Todos os dias detectávamos uma nova mudança nele.
A princípio, Stephen não gostava de ser carregado, e todas as vezes que eu tentava abraçá-lo opunha resistência. todavia, assim que começou a se ligar emocionalmente a nós, a perceber que iríamos cuidar dele, o menino foi pouco a pouco obtendo controle do corpo e tomando contato com o mundo que o crecava. Inicialmente só ficava deitado; depois se sentava apoiado no corpo de meu marido. Em seguida aprendeu a erguer-se e engatinhar. A essa altura, além de olhar diretamente os objetos colocados à sua frente, ele disparava pelo assoalho para pegar um caminhãozinho ou o seu ursinho predileto.
As primeiras palavras que disse foram: "Eu gosto de você", que nos ouvira repetir várias e várias vezes para ele. (Que alegria para o coração destes pais que haviam pedido a Deus um milagre! - comentário do autor)
Após vários anos de casados, eu e meu marido não conseguíamos ter filhos, e Stephen foi uma resposta de oração. Como eu queria um menino de olhos castanhos, deus, sabendo de meu desejo, concedeu-me uma criança exatamente assim. cerca de nove meses depois que Estephen viera para nossa companhia, a assistente social fez-nos uma visita e ficou surpresa com o que viu. Quase não conseguiu acreditar que aquele menino fosse o mesmo que, lá no berçário, não se comunicava com ninguém. Ele se tornara uma criança encantadora, cheia de vida, que corria para todos os lados.
"_Como conseguiram isso?" Indagou. "Como conseguiram tal progresso?"
_ Concersando com ele, respondi. Nós cantamos com ele, oramos por ele e simplesmente lhe demos amor.
Hoje Estephen está cursando o segundo grau e tira sempre as melhores notas. Toca trombone e adora computação. Quando se formar pretende ser missionário na África."
"Faz já alguns anos que eu e meu marido recebemos a guarda de crianças e já cuidamos de dez. A prática de comunicar o amor de Cristo para esses pequeninos tem sido uma experiência marcante para nós. E sempre que recordamos esses anos passados, há um garotinho que lembramos de modo todo especial: Stephen. Sua família era bem desestruturada, e quando ele nasceu foi rejeitado, pois os pais desejavam uma menina, Aliás, eles já haviam dito aos dois outros filhos, um menino e uma garota, que se o bebê que esperavam fosse homem, não iam querer saber dele. Então simplesmente o deixaram deitado no berço, coma mamadeira, e raramente o carregavam ou se comunicavam com ele. O menino permanecia ali quase o dia todo. Quando ele se desenvolveu um pouco mais, passaram a colocar, ao pé da cama, as mamadeiras com leite ou suco de frutas para que ele mesmo pegasse e se alimentasse sozinho, assim que tivesse fome. Tão logo as autoridades se inteiraram da situação, tiraram os três filhos da guarda dos pais e os colocaram em lares provisórios. resolveram separar Stephen - então com um ano e um mês - dos outros irmãos devido à rejeição de antes. Quando eu e meu marido fomos conhecer o pequeno, logo sentimos grande afeição por ele. Era bem gorducho e tinha grandes olhos castanhos, mas não mantinha contato visual. A cabeça, totalmente desproporcional a resto do corpo, era achatada na parte de trás. O menino não conseguia ficar sentado, mesmo que o segurássemos. tendo vivido mais de um ano sem relacionamento com outros, parecia imerso em um mundo próprio e não correspondia a nenhum som ou movimento que se fizesse perto dele. Nessa ocasião, ele já havia sido submetido a um eletroencefalograma e a testes para verificação de problemas tais como autismo e epilepsia. Disseram-nos que ele revelara certo retardo mental; nunca iria desenvolver-se e exigiria muito de nosso tempo.Será que ainda queríamos uma criança com tanto problema? Claro que sim! Isso não mudava nossa decisão. Desde o primeiro instante em que o víramos no berçário, resolvêramos leva-lo para casa. De fato, tudo foi muito lento. Contudo, à medida que fomos lhe dando atenção, ele foi absorvendo todo o amor que seu coraçãozinho desejava. Todos os dias detectávamos uma nova mudança nele.
A princípio, Stephen não gostava de ser carregado, e todas as vezes que eu tentava abraçá-lo opunha resistência. todavia, assim que começou a se ligar emocionalmente a nós, a perceber que iríamos cuidar dele, o menino foi pouco a pouco obtendo controle do corpo e tomando contato com o mundo que o crecava. Inicialmente só ficava deitado; depois se sentava apoiado no corpo de meu marido. Em seguida aprendeu a erguer-se e engatinhar. A essa altura, além de olhar diretamente os objetos colocados à sua frente, ele disparava pelo assoalho para pegar um caminhãozinho ou o seu ursinho predileto.
As primeiras palavras que disse foram: "Eu gosto de você", que nos ouvira repetir várias e várias vezes para ele. (Que alegria para o coração destes pais que haviam pedido a Deus um milagre! - comentário do autor)
Após vários anos de casados, eu e meu marido não conseguíamos ter filhos, e Stephen foi uma resposta de oração. Como eu queria um menino de olhos castanhos, deus, sabendo de meu desejo, concedeu-me uma criança exatamente assim. cerca de nove meses depois que Estephen viera para nossa companhia, a assistente social fez-nos uma visita e ficou surpresa com o que viu. Quase não conseguiu acreditar que aquele menino fosse o mesmo que, lá no berçário, não se comunicava com ninguém. Ele se tornara uma criança encantadora, cheia de vida, que corria para todos os lados.
"_Como conseguiram isso?" Indagou. "Como conseguiram tal progresso?"
_ Concersando com ele, respondi. Nós cantamos com ele, oramos por ele e simplesmente lhe demos amor.
Hoje Estephen está cursando o segundo grau e tira sempre as melhores notas. Toca trombone e adora computação. Quando se formar pretende ser missionário na África."
Retirado do livro "Deus: um amor de Pai", de Jack Winter, p.13 e 14, ed. Betânia



Crer em Deus é saber que o impossível de fato existe, mas que Aquele que pode tudo, também.